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Cariacica, Espírito Santo, Brazil
Um rapaz que acredita que nunca se é velho demais para ser um Treinador Pokémon.

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Pokémon XY063/ Episódio 867 - Ficar Perdida e em Pedaços É o Caminho da Separação!? Jessie e Wobbuffet!!

Para Jessie, James e Meowth, entrar para a Equipe Rocket sempre foi mais um gesto de escapismo do que motivado por uma vontade de real de fazer o mal. Embora seus atos criminosos mereçam ser punidos - e o anime sempre se certifica de que sejam (mesmo quando nem mereçam =P) -, Takeshi Shudo sempre fez questão, no tempo em que esteve a frente da série, de deixar claro que o caminho escolhido pelo trio eram apenas uma forma de alcançarem seus próprios sonhos e se rebelarem contra o passado difícil que tiveram. Deixar isso em evidência e manter o trio de vilões sempre longe de abraçarem o mal por completo sempre foram armas usadas por Shudo para assegurar não apenas o bem-estar de Ash e seus amigos, mas principalmente para garantir que Jessie, James e Meowth tivessem a simpatia do seu jovem público.
Pokémon XY062/ Episódio 866 - Proteja o Futuro da Ciência! O Labirinto de Eletricidade!! 

Ao final do episódio "Clemont Tem um Segredo!", Ash e Clemont firmaram um pacto: a de que se enfrentariam no Ginásio de Lumiose depois que o Palletiano coletasse as quatro primeiras Insígnias de Kalos. O desafiante fez sua parte e o grande momento do confronto entre os amigos chegou, mas se a abertura dá a entender que estamos a bordo do que pode ser o maior evento do ano dentro do anime, não dá pra dizer que os roteiristas prepararam o terreno para este grande momento adequadamente. Pelo contrário, ao longo dos 40 capítulos que sucederam ao pacto, os roteiristas parecem ter se esquecido completamente da batalha que haviam de desenvolver. Se o time de Ash ficava cada vez mais recheado com Pokémon com desvantagens contra o tipo Elétrico, o de Clemont sofreu desenvolvimento quase equivalente à zero, sendo que o maior destaque foi dado ao Pokémon alívio cômico que sequer será relevante no Ginásio.
Olá, galera!
Esses dias andei sumido do blog por uma razão muito simples: minha família e eu nos mudamos e houve um bocado de coisas pra fazer. Além disso, eu fiquei sem Internet por uma semana. Finalmente estou de volta e trago um texto um pouco fora do habitual: uma tradução de um artigo estrangeiro.
No último dia 10, Brad O'Farrell publicou um excelente artigo para o Polygon discorrendo sobre como a galera da Game Freak utiliza eventos e situações do mundo real para desenvolver seus jogos.
Segue abaixo uma tradução de minha autoria do artigo, mas se você preferir pode acessar o texto original no seguinte link: http://www.polygon.com/2015/4/10/8339935/pokemon-new-york-tokyo-paris
Mesmo que você leia a versão traduzida, sugiro que dê uma passada lá pelas imagens legais comparando os mapas das regiões de Kanto, Unova e Kalos com a Kanto, Paris e Nova York da vida real. É bem legal.

Como o mundo de Pokémon foi moldado por localidades do mundo real 

Os jogos de Pokémon oferecem narrativas bem diretas numa estrutura consistente: você é um menino ou uma menina que viaja de cidade em cidade competindo para conquistar insígnias e que, de alguma forma, sempre acaba derrubando uma organização criminosa. Seu personagem quase nunca está em perigo, o mundo raramente fica à beira de um colapso e a maior parte dos conflitos do jogo assume a forma de disputas amigáveis. A franquia Pokémon é famosa por muitas coisas, mas não por seus enredos. (Aviso: este artigo contém spoilers de todos os jogos da série principal de Pokémon.)
"Você é um menino? Ou uma menina?"
XY061/ Episódio 865 - Nas Terras Baldias! Lute, Goomy!!

Existem alguns artifícios a que roteiristas frequentemente recorrem quando estão contando uma história. Às vezes porque é o caminho mais fácil, às vezes por mera preguiça. Uma delas, é o clichê, esse conjunto de ideias repetitivas que você já viu tantas vezes que sabe exatamente como vai se desenrolar e, de fato, quase nunca erra. Pokémon é um anime que se alimenta muito de clichês na maior parte do tempo e eles existem por uma razão: justamente por terem sido usados tantas vezes e funcionado na maior parte delas, eles são à prova de falhas e em time que está ganhando, não se mexe. Além disso, clichês dão ao telespectador um senso de segurança. Com eles, é possível prever o resultado de algum conflito e até garantir o final feliz de uma história antes mesmo de assisti-la e, muitas vezes, quando algo foge muito daquilo que o telespectador já foi devidamente treinado para esperar, há uma forte chance de sofrer rejeição (olha a nova novela das nove da Globo, que está sofrendo reajustes na trama para ganhar o carisma do público brasileiro justamente por pisar um pouco fora demais da faixa).
Pokémon: Black & White #4

Por ter tendência de assistir tudo muito depois de todo mundo - o que sempre gera reclamações de meus amigos que querem comentar os acontecimentos mais recentes comigo -, não é raro eu receber spoilers aqui e ali. No caso de Pokémon: Black & White, eles são menos culpa minha do que da janela imensa que existe entre os lançamentos dos capítulos no Japão e aqui no Brasil. Portanto, já faz algumas semanas que eu tinha ciência de um grande evento desta saga: Pipig abandonaria White e seguiria com N. O lance dos spoilers, porém, não é tanto saber o que acontece, mas como acontece e desde então tenho lido prestando bastante atenção a essas duas personagens.